Motter Home Curitiba Hostel. Uma história que você precisa conhecer!

Hoje, dia 11 de maio, o Motter Home Hostel  está completando sete anos de existência! E para não deixar essa data passar em branco resolvemos fazer uma viagem ao passado, lá nos anos 1950, e rever toda a história da nossa casa AMArela desde o seu início.

Construção do “castelinho” verde

Combinamos com a proprietária da casa, Jocy Beckert, um encontro aqui no Motter, para descobrir todos os detalhes da construção dessa casa linda: de onde veio a ideia de arquitetura de um “pequeno castelinho”? Quem morou nela antes?  Alguém já viu fantasmas por aqui?


Ficou curioso? Então vem com a gente que vamos te contar tudo!

A casa foi construída em 1954 e até hoje pertence à família Feijó/Beckert, descendentes de alemães e espanhóis/portugueses que, como a maioria das pessoas na época, fugiram da guerra e foram parar no Brasil para recomeçar tudo do zero. A ideia da obra partiu do pai da Dona Jocy, que tinha visto na cidade uma casa com estilo parecido e foi atrás de engenheiro. Propriedade da família Feijó/Beckert, que na época fazia parte da elite curitibana, foi construída em um ano e desde o começo foi desenhada para que fosse destaque entre as demais casas que existiam na região. É por isso que possui esse estilo arrojado, único e que muitos acreditam parecer com um “castelinho”. Não sabemos o nome do arquiteto mas o pedreiro que participou da construção da residência como mestre de obras se chamava Sr. Pedro e fez seu trabalho com muito capricho e cuidado, como podemos testemunhar até hoje!

Em 2011 a casa passou por uma ampla reforma para que a casa se transformasse no Motter Home Hostel, mas, o propósito principal era manter o máximo da arquitetura original, como o piso interno de “parket” com seu maravilhoso mosaico  (igual ao que se encontra no Palácio da Família Real em Campos do Jordão)

Depois

O muro de pedras da entrada, o bonsai do jardim frontal, as janelas ou as fechaduras das portas internas com seu sistema blim-blim, o aquário, a Santa Ceia da sala de jogos, os sofás da sala de TV ou os escovões utilizados para lustrar o piso são alguns dos exemplares antigos que foram incorporados na decoração atual do Motter Home.

O dia da inauguração do “castelinho”, cheio de convidados, coincidiu com o dia do batizado da Dona Jocy.

…e a partir daquele dia nunca deixou de receber pessoas…

A mãe de Dona Jocy, Nezita Beckert, sempre manteve seu lar cheio de gente: bailes, encontros de família e de amigos, risadas e diversão fazem parte dessa casa desde o seu início! Mesmo no final da vida, Dona Nezita demonstrava o desejo de manter a casa com essa energia, talvez, alugando os quartos e transformando-a em república.

Porém, após sua morte em 2003, a residência ficou parada por um algum tempo até encontrar sua primeira inquilina que, mesmo sem saber de toda essa história, continuou com o desejo de Dona Nezita – manter a casa aberta às pessoas, sempre cheia de boas histórias, risadas e energia positiva – só que dessa vez na casa AMArela…

Mas isso é uma outra história que vamos te contar mais tarde hehe

Agora sem suspense, tem ou não tem fantasmas na casa? Uhhhhhh… Infelizmente (ou felizmente pra nós hehe) Jocy disse que a casa sempre foi muito tranquila e que essas coisas não costumam acontecer com frequência, no máximo o vento que batia na janela e isso era usado pelas babás para assustar as crianças para que elas fossem dormir. Não sabemos vocês, mas nós estamos contentes com essa informação…

Acha que acabou? Senta aí que ainda tem as curiosidades..

Uns dos primeiros carros da cidade, pertenceu ao tio avô da Jocy Beckert, Germano Beckert. Maneiro né?


Na foto é o pai da Dona Jocy com Ford 42.

O quarto que hoje chamamos de roxo e que comporta até quatro pessoas já foi uma sala de piano.

A lareira da casa (que sempre quisemos acender) nunca teve funcionalidade para tal, desde de que foi construída foi idealizada como ícone de decoração.

A Santa Ceia de gesso que está na parede da sala de sinuca é original da casa e foi mantida no hostel, apesar de muitos palpites para escondê-la.

O sofá e as poltronas já estavam na casa e foram herdadas por Aline e restauradas

O banquinho da Sala de sinuca é feito de cabeceira da cama da Dona Jocy.

To be continued…..

Este post tem 2 comentários

  1. Este lugar é maravilhoso! Já estive aí diversas vezes….amo o estilo. Ambiente extremamente agradável! Pretendo voltar! Vale a pena!😍😍😍😍🤗🤗🤗🤗

    1. Oi!
      Obrigadaaaaa!
      Volte, sim! Estamos sempre com as portas abertas 🙂

Deixe uma resposta

Fechar Menu
WhatsApp chat